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Dr. Fernando Fontão – Mastologista e Ginecologista em São Paulo

Mastologista e Ginecologista com foco em prevenção, diagnóstico e cirurgias de mama na Vila Mariana em São Paulo

O ginecologista é o médico que acompanha a saúde da mulher em diferentes fases da vida.

Esse cuidado envolve prevenção, orientação, diagnóstico e acompanhamento de questões relacionadas à saúde íntima, hormonal, sexual e reprodutiva.

A consulta ginecológica não deve acontecer apenas quando existe algum sintoma.

Trata-se de uma consulta periódica de acompanhamento para toda mulher, que deve iniciar no inicio da fase adulta visando aconselhamento sobre contracepção, prevenção de doenças sexualmente transmissíveis, orientação pre concepcional, coleta de papa nicolau.

Ela também é importante para tirar dúvidas, escolher métodos contraceptivos, realizar exames preventivos, acompanhar infecções, avaliar mudanças hormonais e cuidar da qualidade de vida da mulher.

O Dr. Fernando Fontão é Mastologista e Ginecologista em São Paulo, com atendimento voltado à saúde da mulher, ginecologia de rotina, prevenção, contracepção, acompanhamento de ISTs e cuidado hormonal no contexto da menopausa.

O que faz um ginecologista?

O ginecologista cuida da saúde íntima e hormonal da mulher.

Na prática, isso inclui avaliar sintomas, orientar sobre prevenção, acompanhar o ciclo menstrual, conversar sobre sexualidade, indicar exames, cuidar de infecções ginecológicas, orientar métodos contraceptivos e acompanhar fases como climatério e menopausa.

Também faz parte da consulta ginecológica acolher dúvidas que muitas mulheres não sabem onde esclarecer.

Perguntas sobre corrimento, menstruação, libido, dor nas relações, uso de DIU, implante contraceptivo, prevenção de ISTs e reposição hormonal podem ser abordadas durante o atendimento.

O objetivo é oferecer um cuidado individualizado, com linguagem clara e condutas alinhadas à fase de vida, histórico de saúde e necessidades de cada paciente.

ginecologista

Quando procurar um ginecologista?

A mulher pode procurar um ginecologista para avaliação de rotina ou quando percebe alguma alteração no corpo.

A consulta pode ser indicada em situações como:

  • início da vida sexual;
  • dúvidas sobre contracepção;
  • desejo de colocar DIU;
  • interesse em implante contraceptivo subdérmico;
  • necessidade de coleta de papanicolau;
  • corrimento vaginal;
  • coceira, ardência ou odor vaginal;
  • sangramento fora do período menstrual;
  • alteração no ciclo menstrual;
  • suspeita de infecção sexualmente transmissível;
  • acompanhamento após diagnóstico de IST;
  • sintomas de climatério ou menopausa;
  • dúvidas sobre reposição hormonal;
  • ressecamento vaginal;
  • queda da libido;
  • ondas de calor;
  • alteração do sono;
  • necessidade de exames preventivos.

Mesmo sem sintomas, a consulta ginecológica regular ajuda a acompanhar a saúde da mulher e identificar alterações que podem passar despercebidas no início.

Consulta ginecológica de rotina: o que é avaliado?

A consulta ginecológica de rotina é um momento de prevenção e orientação.

Durante o atendimento, o médico pode conversar sobre histórico de saúde, ciclo menstrual, vida sexual, uso de métodos contraceptivos, exames anteriores, sintomas recentes, antecedentes familiares e fase hormonal da paciente.

Quando necessário, a consulta pode incluir exame físico, exame ginecológico, avaliação das mamas, coleta de papanicolau e solicitação de exames complementares.

A avaliação não deve ser feita de forma automática. Cada paciente tem uma história, uma idade, uma rotina e uma necessidade diferente.

Por isso, a consulta ginecológica deve considerar o contexto completo da mulher.

Por que fazer acompanhamento ginecológico mesmo sem sintomas?

Muitas alterações ginecológicas podem começar de forma silenciosa.

Por isso, o acompanhamento preventivo é importante mesmo quando a mulher se sente bem.

A consulta permite avaliar se os exames estão em dia, orientar medidas de prevenção, revisar métodos contraceptivos, identificar fatores de risco, investigar infecções quando indicado e acompanhar mudanças hormonais.

Além disso, muitas mulheres se acostumam com sintomas e passam a considerar “normal” algo que merece avaliação.

Corrimento recorrente, desconforto íntimo, sangramentos fora do período menstrual, dor durante as relações, ressecamento vaginal e alterações importantes no ciclo não devem ser ignorados.

Ginecologista cuida da saúde da mulher em quais fases da vida?

O ginecologista pode acompanhar a mulher desde a adolescência até a pós-menopausa.

Cada fase pede um tipo de cuidado.

Na adolescência, a consulta pode ajudar com dúvidas sobre menstruação, cólicas, ciclo irregular, higiene íntima, sexualidade e prevenção.

Na fase adulta, o foco pode envolver contracepção, exames preventivos, planejamento reprodutivo, investigação de infecções, acompanhamento do ciclo menstrual e saúde sexual.

No climatério e na menopausa, o cuidado passa a incluir avaliação hormonal, sintomas como ondas de calor, alterações do sono, ressecamento vaginal, libido, saúde óssea, qualidade de vida e discussão sobre reposição hormonal quando indicada.

O ginecologista ajuda na escolha do método contraceptivo?

Sim. A orientação contraceptiva é uma parte importante da ginecologia.

Muitas mulheres escolhem métodos contraceptivos com base na experiência de amigas, familiares ou informações encontradas na internet. Mas essa escolha precisa ser individualizada.

O método ideal depende de fatores como:

  • idade;
  • rotina;
  • desejo ou não de engravidar;
  • histórico de saúde;
  • padrão menstrual;
  • sintomas associados;
  • contraindicações;
  • facilidade de uso;
  • preferência da paciente;
  • necessidade de método de longa duração;
  • desejo de evitar hormônios, quando possível;
  • histórico de efeitos indesejados com métodos anteriores.

Na consulta, o ginecologista explica as opções disponíveis, os benefícios, os cuidados, as limitações e os possíveis efeitos de cada método.

A decisão deve ser compartilhada, respeitando a segurança médica e a preferência da paciente.

Quais métodos contraceptivos podem ser discutidos na consulta?

A consulta ginecológica pode abordar diferentes métodos contraceptivos.

Entre eles estão:

  • métodos de barreira;
  • métodos hormonais;
  • métodos não hormonais;
  • DIU;
  • implante contraceptivo subdérmico;
  • métodos de longa duração;
  • orientação sobre uso correto e prevenção de falhas.

O ginecologista também pode ajudar a paciente a entender se o método atual continua sendo o mais adequado.

Às vezes, um método que funcionou bem em uma fase da vida pode deixar de ser a melhor opção em outro momento.

Mudanças de rotina, idade, sintomas, efeitos colaterais, desejo reprodutivo e novas condições de saúde podem mudar a indicação.

DIU: o que é e quando pode ser indicado?

O DIU é um método contraceptivo de longa duração.

Ele é inserido dentro do útero por um médico capacitado e pode ser uma opção para mulheres que desejam um método seguro, prático e que não dependa de uso diário.

Existem diferentes tipos de DIU, incluindo opções hormonais e não hormonais. 

A escolha depende do perfil da paciente, do padrão menstrual, do histórico de saúde e dos objetivos do tratamento.

Antes da inserção, o ginecologista avalia se há indicação, explica como o método funciona, orienta sobre possíveis efeitos, solicita exames quando necessário e esclarece dúvidas sobre o procedimento.

Toda mulher pode usar DIU?

Nem toda mulher tem indicação para DIU.

Por isso, a avaliação médica é importante antes da escolha.

O ginecologista precisa considerar o histórico de saúde, presença de infecções, alterações uterinas, sangramentos sem causa definida, exames preventivos e outras condições que possam influenciar a segurança do método.

Quando bem indicado, o DIU pode ser uma opção confortável para mulheres que desejam contracepção de longa duração.

Mas a decisão deve sempre ser feita em consulta.

Inserção de DIU dói?

A experiência varia de mulher para mulher.

Algumas pacientes sentem apenas desconforto leve. Outras podem sentir cólica durante ou após a inserção.

Na consulta, o médico orienta o que esperar, quais cuidados tomar antes e depois, quando retornar para acompanhamento e quais sinais merecem atenção.

A comunicação clara antes do procedimento ajuda a reduzir medo, insegurança e expectativas irreais.

Implante contraceptivo subdérmico: o que é?

O implante contraceptivo subdérmico é um método de longa duração colocado abaixo da pele, geralmente na região do braço.

Ele libera hormônio de forma contínua e pode ser uma opção para mulheres que desejam evitar o uso diário de contraceptivos.

Assim como o DIU, o implante precisa de avaliação médica antes da indicação.

O ginecologista deve analisar histórico de saúde, padrão menstrual, objetivos da paciente, contraindicações e possíveis efeitos relacionados ao método.

DIU ou implante: qual é melhor?

Não existe um método melhor para todas as mulheres.

Existe o método mais adequado para cada paciente.

O DIU pode ser uma boa opção para algumas mulheres. O implante pode fazer mais sentido para outras. Em alguns casos, outro método contraceptivo pode ser mais indicado.

A escolha depende de uma avaliação individualizada.

Durante a consulta, o ginecologista ajuda a paciente a comparar as opções e entender o que faz sentido para seu corpo, sua rotina e sua fase de vida.

O ginecologista acompanha ISTs?

Sim. O ginecologista pode avaliar, tratar e acompanhar infecções sexualmente transmissíveis, conhecidas como ISTs.

Algumas ISTs causam sintomas evidentes. Outras podem ser silenciosas por um período e só serem identificadas por exames. E só gerarem sintomas quando já ocorreram alterações graves, como formação de aderências no fígado, aderências pélvicas, acúmulo de pus nos ovários (abscesso tubo-ovariano).

Por isso, a avaliação é importante quando existe exposição de risco, alteração nos exames, sintomas íntimos ou diagnóstico confirmado.

O acompanhamento adequado ajuda a tratar a infecção, reduzir riscos de complicações e orientar cuidados com parceiros ou parceiras, quando necessário.

Quais sintomas podem indicar uma IST?

Nem toda IST causa sintomas no início.

Mas alguns sinais merecem avaliação ginecológica, como:

  • corrimento diferente do habitual;
  • mau odor;
  • ardência ao urinar;
  • dor durante a relação sexual;
  • feridas na região íntima;
  • verrugas genitais;
  • coceira persistente;
  • dor ou desconforto pélvico agudo;
  • sangramento fora do período menstrual;
  • sangramento após relação sexual.

A presença desses sintomas não confirma uma IST, mas indica que a mulher deve passar por avaliação.

O diagnóstico correto evita tratamentos inadequados e reduz o risco de transmissão.

Clamídia e gonorreia: por que precisam de acompanhamento?

Clamídia e gonorreia são ISTs que podem afetar a saúde ginecológica.

Em algumas mulheres, podem causar corrimento, ardência, dor ao urinar, sangramento fora do período menstrual ou dor durante a relação.

Em outras, podem ter poucos sintomas. E o problema está aí. Na ausência de tratamento, essas bactérias sobem ao útero e outras estruturas como tubas e ovários, levando a quadros como dor pélvica crônica, aderências em órgãos abdominais, e até mesmo quadros infecciosos graves com sepse.

Quando há suspeita ou diagnóstico, o acompanhamento médico é importante para orientar exames, tratamento, cuidados com parcerias sexuais e retorno quando necessário.

A automedicação não é recomendada, pois pode mascarar sintomas, dificultar o diagnóstico e favorecer recorrência ou tratamento incompleto.

O que fazer após o diagnóstico de uma IST?

Após o diagnóstico de uma IST, o acompanhamento deve ser feito com orientação médica.

O ginecologista pode explicar qual infecção foi identificada, como ocorre a transmissão, quais cuidados são necessários, se há necessidade de avaliar parceria sexual e quando repetir exames.

Também é um momento importante para conversar sobre prevenção, uso de preservativo, testagens e dúvidas relacionadas à vida sexual.

O cuidado deve ser conduzido com acolhimento, sem julgamento e com informações claras.

Papanicolau: para que serve?

O papanicolau é um exame preventivo que avalia células do colo do útero. E tem apenas essa função, ele não serve para identificar infecções.

Ele ajuda a identificar alterações que podem precisar de acompanhamento, repetição de exame ou investigação complementar.

A coleta é feita durante a consulta ginecológica, quando indicada.

O exame costuma ser rápido e pode causar algum desconforto, mas é uma ferramenta importante no cuidado preventivo da saúde da mulher.

Toda mulher precisa fazer papanicolau?

A indicação do papanicolau depende da idade, histórico de vida sexual, exames anteriores e avaliação médica, mas está normalmente indicado para toda mulher que já teve relação sexual.

A frequência também pode variar conforme os resultados prévios e o perfil da paciente.

Por isso, não é ideal seguir apenas uma regra geral sem considerar o caso individual.

Na consulta, o ginecologista avalia se o exame está indicado, quando deve ser feito e qual deve ser o intervalo de acompanhamento.

O que o papanicolau pode mostrar?

O papanicolau pode identificar alterações nas células do colo do útero, inflamações e sinais que precisam ser avaliados com mais atenção.

Um resultado alterado não significa, necessariamente, uma doença grave.

Muitas alterações precisam apenas de acompanhamento, repetição do exame ou investigação complementar.

O mais importante é não ignorar o resultado e seguir a orientação médica.

O que é o HPV ?

É um vírus que é transmitido principalmente por via sexual. E acontece não só na relação habitual, mas ocorre em homens, pode ocorrer na região da garganta em vista de sexo oral.

O HPV possui muitos tipos, e alguns são classificados em baixo risco, e outros em alto risco.

O HPV de baixo risco estão principalmente associados ao condiloma acuminado, comumente conhecido como crista de galo. São as verrugas, que podem surgir na parte externa da genitália, ao redor ou interior do ânus, na vagina, colo do útero. Em infecções orais, pode ocorrer na garganta.

Estão pouco associados ao desenvolvimento de câncer, e normalmente são tratados com cauterização, ácidos, pomadas.

O HPV de alto risco possui esse nome pois ele está associado ao desenvolvimento de câncer, e o principal deles é o câncer de colo de útero. Isso porque, pelo fato de não gerar as verrugas, passam despercebidos e causam alterações silenciosas nas células do colo uterino e levam ao desenvolvimento do câncer de colo uterino.

Ele ainda é fator de risco para outros cânceres, como pênis em homens, de vulva (porção externa da região íntima), de vagina, e até mesmo de orofaringe (ou na garganta, quando há infecção nesse local).

Por isso os exames recém chegados ao Brasil, como a genotipagem, são tão importantes – pois eles ajudam na identificação do HPV e de tipo ele é.

O HPV tem cura?

Sim, inclusive a cura está bem associada a pacientes jovens – e chamamos isso de clearance.

E é esse o motivo de não realizarmos papa nicolau em pacientes adolescentes ou início da vida adulta. A chance de a paciente possuir um HPV é alta, mas a chance de ocorrer a resolução pelo próprio corpo da paciente também.

O problema do HPV não é ele existir, mas sim as alterações que ele gera.

Portanto um resultado positivo de HPV não deve assustar – ele servirá de base para coleta de outros exames, como o papanicolau.

Já o papanicolau mostrará se alguma célula já foi alterada por aquela infecção persistente.

E, na evidência de uma alteração de papanicolau, o exame indicado é a colposcopia: este serve como um mapa, para indicar o melhor local a ser biopsiado. 

Algo que deve ficar claro: não existe colposcopia de rotina, esse exame é sempre indicado quando outros, antes dele, estão alterados.

Corrimento vaginal: quando é normal e quando investigar?

O corrimento vaginal pode ser normal em algumas fases do ciclo menstrual.

Ele pode variar em quantidade, aspecto e consistência ao longo do mês.

No entanto, algumas mudanças merecem avaliação.

É importante procurar o ginecologista quando o corrimento vem acompanhado de:

  • coceira;
  • ardência;
  • mau odor;
  • dor ao urinar;
  • dor durante a relação;
  • mudança de cor;
  • aspecto grumoso;
  • sangramento;
  • recorrência frequente.

A avaliação ajuda a diferenciar alterações fisiológicas de infecções que precisam de tratamento.

Infecções ginecológicas são sempre ISTs?

Não. Nem toda infecção ginecológica é uma infecção sexualmente transmissível.

Algumas alterações podem estar relacionadas ao desequilíbrio da flora vaginal, uso de produtos irritantes, alterações hormonais, imunidade, hábitos locais ou outros fatores.

Por isso, é importante não presumir o diagnóstico.

A consulta ginecológica permite avaliar sintomas, examinar quando necessário e orientar o tratamento adequado para cada caso.

Por que evitar automedicação em sintomas ginecológicos?

A automedicação pode dificultar o diagnóstico.

Quando a paciente usa medicamentos por conta própria, os sintomas podem melhorar temporariamente, mas voltar depois.

Além disso, sintomas parecidos podem ter causas diferentes.

Coceira, corrimento e ardência podem estar relacionados a infecções distintas, irritações, alergias ou alterações hormonais.

O tratamento correto depende da causa.

Por isso, a avaliação médica é importante, principalmente quando os sintomas são recorrentes ou intensos.

Ginecologista cuida da menopausa?

Sim. O ginecologista acompanha mulheres no climatério e na menopausa.

O climatério é a fase de transição hormonal que pode acontecer antes da última menstruação. A menopausa é marcada pelo fim definitivo dos ciclos menstruais.

Essa fase pode trazer mudanças físicas, emocionais e sexuais. Algo que ocorre frequentemente é a mudança no ciclo menstrual, ou no padrão de sangramento. Está associado principalmente a oscilação hormonal na transição menopausal.

Nem toda mulher sente sintomas intensos. Mas, quando eles aparecem, podem afetar sono, disposição, humor, vida sexual e qualidade de vida.

Quais sintomas podem surgir no climatério e na menopausa?

Os sintomas variam de mulher para mulher.

Entre os mais comuns estão:

  • ondas de calor;
  • suor noturno;
  • insônia;
  • irritabilidade;
  • alterações de humor;
  • cansaço;
  • ressecamento vaginal;
  • dor ou desconforto nas relações;
  • queda da libido;
  • alteração no ciclo menstrual;
  • ganho de peso ou mudança na composição corporal;
  • piora da qualidade do sono;
  • sensação de menor energia.

Esses sintomas não precisam ser tratados como algo que a mulher deve simplesmente suportar.

A avaliação ginecológica pode ajudar a entender o que está acontecendo e quais cuidados podem melhorar essa fase.

Reposição hormonal na menopausa: quando considerar?

A terapia de reposição hormonal pode ser considerada para algumas mulheres no climatério ou na menopausa.

Ela pode ajudar em sintomas como ondas de calor, suor noturno, alteração do sono, ressecamento vaginal e impacto importante na qualidade de vida.

Mas a indicação precisa ser individualizada.

Antes de indicar reposição hormonal, o ginecologista avalia idade, sintomas, tempo de menopausa, histórico pessoal, histórico familiar, exames, fatores de risco e contra indicações.

Além disso, após a decisão de iniciar a reposição, a via de administração é importante: para algumas pacientes, a via transdérmica (através de gel) pode ser a melhor opção ;  para outras, a via oral pode ser melhor indicada.

A decisão deve envolver uma conversa clara sobre benefícios, riscos, alternativas e acompanhamento.

Toda mulher na menopausa precisa de reposição hormonal?

Não. Nem toda mulher precisa de reposição hormonal.

Algumas mulheres têm sintomas leves e conseguem controlar a fase com outros cuidados. Outras apresentam sintomas intensos e podem se beneficiar de tratamento específico.

Também existem mulheres que não podem e não devem usar determinados tipos de terapia hormonal.

Por isso, a reposição hormonal não deve ser iniciada sem avaliação médica.

O acompanhamento é essencial para definir se o tratamento é adequado e seguro.

A menopausa afeta a saúde íntima?

Sim. A queda hormonal pode afetar a região íntima.

Algumas mulheres percebem ressecamento vaginal, desconforto nas relações, ardência, irritação, infecções urinárias de repetição ou queda da libido.

Esses sintomas podem impactar autoestima, sexualidade e qualidade de vida.

Na consulta, o ginecologista pode avaliar se os sintomas estão relacionados à menopausa e orientar opções de cuidado.

Falar sobre isso é importante. A saúde íntima também faz parte da saúde da mulher.

A consulta ginecológica também pode avaliar as mamas?

Sim. A avaliação das mamas pode fazer parte do cuidado ginecológico. E talvez esse seja o maior benefício em ter um ginecologista e mastologista no seu cuidado.

Durante a consulta, o médico pode investigar sintomas como nódulos, dor mamária, secreção pelo mamilo, alterações na pele, assimetria recente ou exames de imagem alterados.

No caso do Dr. Fernando Fontão, esse cuidado é integrado à sua atuação também como Mastologista.

Isso permite uma visão mais completa da saúde da mulher, especialmente em consultas preventivas e no acompanhamento de alterações mamárias.

Como é uma consulta com ginecologista?

A consulta começa com uma conversa detalhada.

O médico busca entender o motivo da visita, histórico de saúde, sintomas, exames anteriores, uso de medicamentos, métodos contraceptivos, histórico familiar, vida sexual, menstruação e fase de vida da paciente.

Depois, quando indicado, pode ser realizado exame físico, exame ginecológico, avaliação das mamas e coleta de papanicolau.

Também podem ser solicitados exames laboratoriais ou de imagem, conforme a necessidade.

Ao final, a paciente recebe orientações claras sobre os próximos passos.

O que levar na consulta ginecológica?

Para aproveitar melhor a consulta, a paciente pode levar:

  • exames anteriores;
  • resultados de papanicolau;
  • ultrassons anteriores;
  • mamografias ou exames das mamas, se tiver;
  • lista de medicamentos em uso;
  • histórico de cirurgias ou tratamentos prévios;
  • nome do método contraceptivo atual;
  • datas importantes do ciclo menstrual;
  • dúvidas anotadas.

Levar essas informações ajuda o médico a entender melhor o histórico e orientar com mais segurança.

Como saber se preciso trocar meu método contraceptivo?

A troca do método contraceptivo pode ser discutida quando a paciente apresenta efeitos indesejados, dificuldade de uso, esquecimento frequente, mudança de rotina, desejo de método de longa duração ou novas condições de saúde.

Também pode ser necessária quando a mulher passa a ter contraindicação a determinado método.

Sinais como sangramentos incômodos, piora importante de sintomas, insegurança com o método ou desejo de uma opção mais prática devem ser conversados em consulta.

O ginecologista pode orientar se vale manter, ajustar ou trocar o método.

A consulta ginecológica pode ajudar na saúde sexual?

Sim. A saúde sexual faz parte da saúde ginecológica.

Dúvidas sobre libido, desconforto nas relações, ressecamento vaginal, prevenção de ISTs, métodos contraceptivos e mudanças na sexualidade podem ser abordadas na consulta.

Muitas mulheres deixam de falar sobre esses temas por vergonha.

Mas o consultório deve ser um espaço seguro para esclarecer dúvidas, receber orientação e avaliar sintomas sem julgamento.

Por que escolher um ginecologista em São Paulo?

Buscar um ginecologista em São Paulo permite manter acompanhamento regular, realizar exames preventivos e ter um profissional de referência para dúvidas e mudanças ao longo da vida.

O cuidado ginecológico não deve ser visto apenas como uma consulta pontual.

Ele pode fazer parte de um acompanhamento contínuo, com prevenção, orientação e decisões individualizadas.

Para mulheres que desejam cuidar da saúde íntima, contracepção, ISTs, menopausa e prevenção, a consulta ginecológica é um passo importante.

Ginecologista em São Paulo: atendimento com o Dr. Fernando Fontão

O Dr. Fernando Fontão é Mastologista e Ginecologista em São Paulo, com atendimento na Vila Mariana.

Na ginecologia, atua com acompanhamento de rotina, aconselhamento contraceptivo, DIU, implante contraceptivo subdérmico, seguimento de ISTs, coleta de papanicolau, tratamento e acompanhamento de infecções ginecológicas e terapia hormonal no contexto da menopausa.

O atendimento tem foco em escuta, clareza, prevenção e decisões compartilhadas.

A proposta é cuidar da saúde da mulher de forma individualizada, respeitando a história, os sintomas, as dúvidas e os objetivos de cada paciente.

Se você procura um ginecologista em São Paulo para consulta de rotina, contracepção, prevenção, ISTs ou menopausa, agende sua avaliação.

Perguntas frequentes sobre ginecologista

O que o ginecologista faz?

O ginecologista cuida da saúde íntima, hormonal, sexual e reprodutiva da mulher. Também orienta prevenção, contracepção, exames de rotina, ISTs e menopausa.

Quando devo marcar consulta com ginecologista?

Você pode marcar consulta de rotina ou quando tiver sintomas como corrimento, coceira, ardência, alteração menstrual, sangramento fora do período, dúvidas sobre contracepção ou sintomas de menopausa.

Preciso ir ao ginecologista mesmo sem sintomas?

Sim. A consulta de rotina ajuda na prevenção, atualização de exames, orientação contraceptiva e acompanhamento da saúde da mulher.

O ginecologista pode orientar sobre DIU?

Sim. O ginecologista avalia se o DIU é indicado, explica os tipos disponíveis, orienta sobre inserção, cuidados e acompanhamento.

O ginecologista pode colocar DIU?

Sim. Quando há indicação, o ginecologista pode realizar a inserção do DIU e acompanhar a adaptação ao método.

O implante contraceptivo subdérmico é indicado para todas as mulheres?

Não. Ele pode ser uma boa opção para algumas pacientes, mas precisa de avaliação médica para verificar indicação, benefícios e contraindicações.

DIU ou implante: qual método escolher?

A escolha depende do histórico de saúde, rotina, padrão menstrual, preferências e objetivos da paciente. A decisão deve ser individualizada em consulta.

O ginecologista trata ISTs?

Sim. O ginecologista pode avaliar, solicitar exames, tratar e acompanhar ISTs, como clamídia, gonorreia e outras infecções sexualmente transmissíveis.

Toda IST causa sintomas?

Não. Algumas ISTs podem ser silenciosas no início. Por isso, exames e avaliação médica podem ser necessários após exposição de risco ou suspeita.

Corrimento vaginal é sempre infecção?

Não. Alguns corrimentos podem ser fisiológicos. Mas corrimento com coceira, ardência, mau odor, dor ou mudança de cor deve ser avaliado.

Papanicolau dói?

O papanicolau pode causar desconforto leve, mas costuma ser rápido. Ele é importante para avaliar alterações no colo do útero.

Com que frequência devo fazer papanicolau?

A frequência depende da idade, histórico da paciente e resultados anteriores. O ginecologista deve orientar o intervalo adequado.

O ginecologista acompanha menopausa?

Sim. O ginecologista acompanha sintomas do climatério e da menopausa, como ondas de calor, insônia, ressecamento vaginal, queda da libido e alterações hormonais.

Toda mulher precisa de reposição hormonal na menopausa?

Não. A reposição hormonal pode ser indicada em alguns casos, mas depende de avaliação individual, sintomas, histórico de saúde e possíveis contra indicações.

O ginecologista também avalia as mamas?

Sim. A avaliação das mamas pode fazer parte da consulta ginecológica. No caso do Dr. Fernando Fontão, esse cuidado é integrado à sua atuação como Mastologista.

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