O mastologista é o médico que cuida da saúde das mamas.
Esse cuidado envolve prevenção, investigação de alterações, acompanhamento de exames, avaliação de nódulos, tratamento de lesões mamárias e, quando necessário, realização de cirurgias.


Embora muitas pessoas associem cirurgia mamária apenas à estética, dentro da mastologia ela também pode ter uma função importante: aliviar sintomas, corrigir alterações que prejudicam a rotina, tratar lesões e melhorar a qualidade de vida da paciente.
O Dr. Fernando Fontão é Mastologista e Ginecologista em São Paulo, com atendimento voltado à saúde da mulher, avaliação das mamas, investigação de nódulos, lesões mamárias e cirurgias mamárias com foco funcional e terapêutico.
O que faz um mastologista?
O mastologista é o especialista responsável por avaliar, diagnosticar, acompanhar e tratar alterações nas mamas.
Ele pode atender mulheres em diferentes fases da vida e também homens em situações específicas, como ginecomastia ou alterações mamárias masculinas.
Na consulta com mastologista, podem ser avaliados:
- dor nas mamas;
- nódulos palpáveis;
- alterações em exames de imagem;
- secreção pelo mamilo;
- assimetrias importantes;
- alterações na pele da mama;
- alterações no mamilo;
- histórico familiar de câncer de mama;
- lesões mamárias de alto risco;
- mamas muito volumosas;
- ginecomastia masculina;
- necessidade de cirurgia mamária.
O objetivo é entender se a alteração é benigna, se precisa apenas de acompanhamento ou se exige biópsia, cirurgia ou tratamento específico.
Quando procurar um mastologista?
A consulta com mastologista pode ser indicada quando existe alguma alteração percebida pela paciente ou identificada em exames.
Também pode ser importante para acompanhamento preventivo, principalmente quando há histórico familiar ou exames mamários alterados.
Procure avaliação com mastologista em situações como:
- nódulo na mama;
- caroço na axila;
- dor mamária persistente;
- secreção pelo mamilo;
- retração do mamilo;
- alteração na pele da mama;
- vermelhidão, ferida ou descamação persistente;
- assimetria mamária recente;
- alteração em mamografia, ultrassom ou ressonância;
- laudo com lesão de alto risco;
- necessidade de biópsia;
- indicação de retirada de nódulo;
- mamas muito grandes que causam desconforto;
- queda importante das mamas associada a sintomas;
- aumento das mamas em homens.
Nem toda alteração mamária é grave. Mas toda mudança persistente deve ser avaliada.


Mastologia é apenas prevenção do câncer de mama?
Não. A mastologia também envolve prevenção e diagnóstico do câncer de mama, mas não se limita a isso.
O mastologista também acompanha alterações benignas, nódulos, cistos, dor mamária, alterações hormonais com impacto nas mamas, lesões de significado incerto, lesões de alto risco, ginecomastia e cirurgias mamárias funcionais.
Muitas pacientes procuram o mastologista por medo de câncer, mas descobrem que a alteração é benigna e pode ser acompanhada com segurança.
Outras chegam com exames alterados e precisam de investigação mais detalhada.
Em todos os casos, o mais importante é não ignorar sinais e não interpretar exames sem orientação médica.
Cirurgia mamária funcional: o que é?
A cirurgia mamária funcional é aquela realizada com objetivo de melhorar sintomas, corrigir alterações anatômicas importantes ou tratar doenças mamárias.
Ela pode ter impacto estético, mas o foco principal não é apenas aparência.
Na mastologia, esse tipo de cirurgia pode ser indicado em casos como:
- mamas muito volumosas;
- hipertrofia mamária;
- gigantomastia;
- queda mamária com impacto funcional;
- nódulos que precisam ser retirados;
- lesões de alto risco;
- lesões com resultado incerto;
- ginecomastia masculina;
- alterações mamárias que exigem tratamento cirúrgico.
A indicação depende da avaliação clínica, dos sintomas, dos exames e dos objetivos de cada paciente.
Mamas volumosas podem causar sintomas?
Sim. Mamas muito volumosas causam desconforto físico, impacto a rotina, alterações de autoestima, vergonha.
Algumas mulheres convivem por anos com dores, marcas nos ombros, dificuldade para praticar atividade física e incômodo com roupas, sem saber que isso pode ter relação com o volume mamário.
Entre os sintomas mais comuns estão:
- dor nas costas;
- dor nos ombros;
- dor cervical;
- marcas profundas do sutiã;
- dificuldade para manter postura;
- assaduras abaixo das mamas;
- suor excessivo na dobra mamária;
- limitação para exercícios;
- dificuldade para encontrar roupas adequadas;
- desconforto ao dormir;
- sensação de peso constante nas mamas.
Quando esses sintomas são frequentes e prejudicam a qualidade de vida, a avaliação com mastologista pode ajudar a entender se existe indicação de tratamento cirúrgico.


O que é hipertrofia mamária?
Hipertrofia mamária é o aumento excessivo do volume das mamas.
Ela pode ocorrer desde a adolescência ou se desenvolver ao longo da vida, por influência hormonal, variações de peso, gestação, amamentação, genética ou características individuais do corpo.
A hipertrofia mamária pode ser leve, moderada ou intensa.
Em alguns casos, o volume das mamas passa a causar dor, limitação física, dificuldade postural e desconforto emocional.
Nesses casos, a mamoplastia redutora pode ser considerada como uma cirurgia funcional, não apenas estética.
O que é gigantomastia?
Gigantomastia é uma forma mais intensa de aumento das mamas.
Nessa condição, o volume mamário é muito grande e pode causar limitações importantes na rotina da paciente.
Mulheres com gigantomastia podem apresentar dor crônica nas costas e nos ombros, dificuldade para caminhar, praticar exercícios, dormir, trabalhar ou realizar tarefas simples do dia a dia.
Também podem ocorrer assaduras, infecções de pele na dobra mamária e grande desconforto com o peso das mamas.
A avaliação médica é importante para confirmar o quadro, analisar os sintomas, revisar exames e definir se há indicação de cirurgia redutora.
Meu peso é relevante para a cirurgia ?
Sim, e infelizmente é um ponto que sempre precisamos tocar.
A obesidade é um problema cirúrgico pois está altamente associado a complicações pós operatórias, como acúmulo de líquido (seroma), abertura de pontos (deiscência cirúrgica), infecção (mastite). Trata-se de uma condição inflamatória, e que na evidência de uma obesidade muito importante, a cirurgia pode ser postergada para segurança, pois as intercorrências prejudicam o resultado final.
Outro problema está associado a perda ou reganho de peso após a cirurgia.
Pacientes que perdem peso antes da cirurgia de forma não natural (como com as canetas emagrecedoras), podem apresentar reganho de peso após, e levar a novo acúmulo de gordura na mama e interferir no resultado.
O outro lado também é verdadeiro: caso haja uma perda de peso importante após a cirurgia, ocorrerá flacidez da pele, e isso levará a uma queda das mamas, e possibilidade de uma nova intervenção cirúrgica.
O ideal é operar em um momento que a paciente perdeu o peso que queria, e conseguirá manter aquilo a longo prazo.


Mamoplastia redutora: quando pode ser indicada?
A mamoplastia redutora é a cirurgia para reduzir o volume das mamas.
Na mastologia, ela pode ser indicada quando as mamas são muito grandes e causam sintomas físicos ou prejuízo funcional.
O objetivo é reduzir o peso das mamas, melhorar o conforto, facilitar a mobilidade e diminuir limitações associadas ao excesso de volume.
A cirurgia pode ser considerada em pacientes com:
- hipertrofia mamária;
- gigantomastia;
- dor nas costas associada ao peso das mamas;
- dor nos ombros;
- marcas importantes do sutiã;
- assaduras recorrentes;
- dificuldade para atividade física;
- desconforto funcional importante;
- impacto na postura e na rotina.
A decisão deve ser feita após avaliação individualizada.
Nem toda mama volumosa precisa de cirurgia. Mas quando existe sofrimento físico e limitação, a mamoplastia redutora pode fazer parte do tratamento.
Mamoplastia redutora é cirurgia estética ou funcional?
Pode ser as duas coisas.
A mamoplastia redutora costuma melhorar o formato das mamas, mas sua indicação pode ser funcional quando existe excesso de peso mamário causando sintomas.
Por isso, é importante diferenciar a cirurgia feita apenas por desejo estético da cirurgia indicada para tratar uma condição que prejudica a rotina da paciente.
Na mastologia, o foco é avaliar se o volume mamário está causando sintomas, limitações ou alterações que justifiquem uma abordagem cirúrgica.
O planejamento considera saúde, segurança, exames, proporção corporal, qualidade da pele, posição das mamas e expectativas realistas.
O que é mastopexia?
A mastopexia é a cirurgia para reposicionar as mamas quando há queda importante.
Ela pode ser realizada com ou sem redução de volume, dependendo do caso.
Na abordagem funcional, a mastopexia pode ser considerada quando a queda das mamas causa desconforto, assaduras, dificuldade com roupas, incômodo na rotina ou está associada a mamas volumosas.
Muitas vezes, a mastopexia está relacionada à mamoplastia redutora, principalmente quando há excesso de pele, flacidez e volume mamário importante.
O objetivo é reposicionar a mama de forma mais adequada, respeitando a anatomia da paciente e a segurança do procedimento.
Mastopexia é indicada para toda paciente com mama caída?
Não.
A queda das mamas, também chamada de ptose mamária, pode acontecer por idade, genética, oscilação de peso, gestação, amamentação ou características individuais.
Nem toda queda mamária precisa de cirurgia.
A indicação depende do grau de ptose, dos sintomas, do incômodo da paciente, da presença de excesso de pele, do volume mamário e dos objetivos do tratamento.
A avaliação com mastologista ajuda a diferenciar uma queixa apenas estética de uma situação com impacto funcional.


Cirurgia mamária funcional envolve prótese?
Nem sempre.
Em muitos casos de mastologia funcional, o foco não é aumentar as mamas com prótese, mas reduzir, reposicionar ou tratar alterações mamárias.
Pacientes com mamas muito grandes, por exemplo, geralmente precisam de redução de volume, e não de aumento.
Em casos de mastopexia, o planejamento pode variar, mas o uso de prótese não deve ser visto como regra.
A indicação depende da anatomia, da quantidade de tecido mamário, da pele, dos sintomas, dos objetivos da paciente e da avaliação médica.
Como é feita a avaliação antes de uma cirurgia mamária funcional?
Antes de indicar uma cirurgia mamária, o mastologista realiza uma avaliação completa.
Essa avaliação pode incluir:
- conversa sobre sintomas e queixas;
- histórico de saúde;
- histórico familiar;
- avaliação das mamas;
- análise de exames de imagem;
- revisão de exames anteriores;
- avaliação do volume mamário;
- análise da qualidade da pele;
- avaliação da posição das aréolas;
- identificação de assimetrias;
- orientação sobre riscos e benefícios;
- solicitação de exames pré-operatórios.
A cirurgia só deve ser indicada quando há segurança clínica e uma justificativa clara para o procedimento.
Nódulo na mama precisa de cirurgia?
Nem todo nódulo mamário precisa de cirurgia.
Alguns nódulos são benignos e podem ser apenas acompanhados com exame físico e exames de imagem.
Outros precisam de biópsia para esclarecer o diagnóstico.
Em alguns casos, a retirada cirúrgica pode ser indicada, principalmente quando o nódulo cresce, causa sintomas, apresenta características suspeitas ou tem resultado que exige remoção.
A conduta depende de fatores como:
- idade da paciente;
- tamanho do nódulo;
- velocidade de crescimento;
- características no ultrassom ou mamografia;
- resultado da biópsia;
- sintomas associados;
- histórico familiar;
- risco individual;
- preferência da paciente, quando aplicável.
Por isso, a avaliação com mastologista é essencial.
Todo nódulo na mama é câncer?
Não. Muitos nódulos mamários são benignos.
Cistos, fibroadenomas e outras alterações benignas são relativamente comuns e, em alguns casos, não exigem cirurgia.
No entanto, nenhum nódulo deve ser ignorado.
A avaliação médica ajuda a entender se o achado é compatível com alteração benigna, se precisa de acompanhamento, se exige biópsia ou se deve ser retirado.
O diagnóstico correto evita tanto a preocupação desnecessária quanto o atraso em situações que precisam de cuidado.


O que são lesões mamárias de alto risco?
Lesões mamárias de alto risco são alterações identificadas em exames ou biópsias que não são necessariamente câncer, mas merecem atenção especial.
Algumas delas podem estar associadas a maior risco de alterações futuras ou podem exigir retirada para avaliação completa.
Essas lesões precisam ser avaliadas por mastologista para definir a melhor conduta.
Em alguns casos, o acompanhamento pode ser suficiente. Em outros, a cirurgia pode ser indicada para remover a área e permitir uma análise mais detalhada.
A decisão depende do tipo da lesão, dos exames, da biópsia e do risco individual da paciente.
O que são lesões de significado incerto na mama?
Algumas lesões mamárias não permitem uma definição completa apenas com exame de imagem ou biópsia inicial.
Nesses casos, o resultado pode mostrar uma alteração de significado incerto, ou seja, que precisa de avaliação especializada para decidir os próximos passos.
Isso não significa, necessariamente, câncer.
Mas também não deve ser ignorado.
O mastologista analisa se há concordância entre o exame de imagem, o laudo da biópsia e o quadro clínico da paciente.
Quando existe dúvida, discordância ou risco de subestimação, a retirada cirúrgica da lesão pode ser recomendada.
Quando uma lesão mamária precisa ser retirada?
A retirada cirúrgica pode ser indicada quando existe necessidade de diagnóstico definitivo ou tratamento.
Isso pode acontecer em situações como:
- nódulo com crescimento;
- nódulo sintomático;
- lesão suspeita nos exames;
- resultado de biópsia que exige retirada;
- lesão de alto risco;
- lesão de significado incerto;
- discordância entre imagem e biópsia;
- alteração que causa preocupação clínica;
- necessidade de análise completa do tecido;
- dificuldade no seguimento após um remodelamento mamário.
A cirurgia deve ser planejada com cuidado, considerando localização da lesão, tamanho, exames prévios e segurança da paciente.


Como é o acompanhamento após a retirada de um nódulo?
Após a retirada de um nódulo ou lesão mamária, o material é enviado para análise.
O resultado define os próximos passos.
Em muitos casos, a cirurgia resolve a questão e a paciente segue em acompanhamento periódico.
Em outros, pode ser necessário complementar investigação, repetir exames ou discutir condutas adicionais.
O acompanhamento com mastologista é importante para interpretar o resultado, orientar a paciente e definir o intervalo adequado de retorno.
Cirurgia mamária masculina: quando o homem deve procurar mastologista?
Homens também podem apresentar alterações nas mamas.
Embora seja menos comum, a avaliação com mastologista pode ser indicada quando há aumento das mamas, dor, nódulo, secreção pelo mamilo, assimetria recente ou alteração na pele.
Uma das condições mais frequentes na mastologia masculina é a ginecomastia.
Nesse caso, o homem apresenta aumento do tecido mamário, que pode causar desconforto físico, dor, sensibilidade ou incômodo estético e social.


O que é ginecomastia?
Ginecomastia é o aumento benigno da mama masculina.
Ela pode acontecer por crescimento da glândula mamária, acúmulo de gordura na região ou uma combinação dos dois.
Pode surgir na adolescência, na fase adulta ou com o envelhecimento.
Em alguns casos, melhora espontaneamente. Em outros, persiste e causa incômodo.
A avaliação médica é importante para confirmar o diagnóstico, descartar outras alterações e definir se há necessidade de tratamento.
Quais são os sintomas da ginecomastia?
A ginecomastia pode causar:
- aumento de uma ou das duas mamas;
- sensibilidade local;
- dor ao toque;
- incômodo com roupas;
- assimetria entre as mamas;
- constrangimento ao tirar a camisa;
- desconforto em atividades físicas;
- impacto na autoestima.
Nem todo aumento da mama masculina é ginecomastia verdadeira.
Por isso, o exame clínico e, quando necessário, exames complementares ajudam a diferenciar tecido glandular, gordura localizada e outras alterações.
Ginecomastia precisa de cirurgia?
Nem sempre.
A conduta depende da causa, do tempo de evolução, da intensidade do aumento mamário, dos sintomas, da idade do paciente e do impacto na rotina. E obviamente do desejo do paciente.
Em alguns casos, pode ser indicado apenas acompanhamento.
Em outros, quando a ginecomastia é persistente, causa dor, incômodo importante ou não melhora com medidas clínicas, a cirurgia pode ser considerada.
O objetivo é reduzir o volume da mama masculina e melhorar o contorno da região, respeitando a segurança e a indicação médica.


Homem com nódulo na mama precisa investigar?
Sim.
Embora a maioria das alterações mamárias em homens seja benigna, nódulo masculino deve ser avaliado. Inclusive homens apresentam câncer de mama, numa incidência 1 homem para cada 100 mulheres.
E, quando acontece, deve ser levantada a suspeita de uma síndrome familiar justamente devido a sua raridade.
É importante procurar atendimento se houver:
- caroço endurecido;
- aumento de apenas uma mama;
- secreção pelo mamilo;
- retração do mamilo;
- ferida na pele;
- alteração recente no formato da mama;
- dor persistente;
- histórico familiar importante.
A avaliação com mastologista ajuda a diferenciar ginecomastia de outras alterações que exigem investigação.
Qual é a diferença entre mastologista e cirurgião plástico na cirurgia das mamas?
O mastologista é o médico especializado na saúde das mamas.
Ele avalia doenças mamárias, nódulos, lesões, risco, exames de imagem, biópsias, sintomas e necessidade de tratamento.
O cirurgião plástico tem atuação voltada principalmente à reparação e estética corporal.
Em algumas situações, as áreas podem se complementar.
No caso de mamas volumosas, lesões mamárias, nódulos, ginecomastia ou alterações que exigem investigação, o mastologista tem papel importante na avaliação e definição da conduta.
Quando o foco é exclusivamente estético, como aumento mamário com prótese sem doença ou queixa funcional, a cirurgia plástica costuma ser a área mais procurada.


Como saber se minha queixa é estética ou funcional?
A queixa é mais funcional quando as mamas causam sintomas físicos, limitação ou prejuízo na rotina.
Exemplos:
- dor nas costas;
- dor nos ombros;
- assaduras;
- dificuldade para exercícios;
- peso excessivo das mamas;
- marcas profundas do sutiã;
- nódulos ou lesões que precisam de tratamento;
- alterações mamárias masculinas;
- exames alterados;
- necessidade de cirurgia por indicação médica.
A queixa é mais estética quando a principal motivação é apenas aparência, sem sintomas ou alteração de saúde associada.
Mesmo assim, a avaliação médica é importante para orientar expectativas, riscos e possibilidades.
O que levar na consulta com o mastologista?
Para uma avaliação mais completa, é importante levar exames anteriores.
Leve, se tiver:
- mamografia;
- ultrassom das mamas;
- ressonância das mamas;
- laudos de biópsias;
- exames laboratoriais recentes;
- histórico de cirurgias anteriores;
- lista de medicamentos em uso;
- informações sobre histórico familiar;
- fotos de alterações percebidas, se houver mudança na pele;
- anotações sobre sintomas e tempo de evolução.
Essas informações ajudam o mastologista a entender o caso com mais segurança e evitar repetição desnecessária de exames.


Como é uma consulta com mastologista?
A consulta começa com uma conversa detalhada.
O médico pergunta sobre sintomas, histórico de saúde, histórico familiar, exames anteriores, cirurgias prévias, uso de hormônios, gestações, amamentação, menopausa e queixas específicas.
Depois, pode ser realizado exame físico das mamas e axilas.
Quando necessário, o mastologista solicita exames de imagem, orienta biópsia, acompanha resultados ou discute possibilidades de tratamento.
Se houver indicação cirúrgica, o planejamento é feito com cuidado, explicando objetivos, limites, riscos, preparo e acompanhamento pós-operatório.
A cirurgia mamária deixa cicatriz?
Sim. Toda cirurgia deixa cicatriz.
O tamanho e a posição da cicatriz dependem do tipo de procedimento, da técnica utilizada, do volume mamário, da quantidade de pele, da localização da lesão e da resposta de cicatrização de cada paciente.
Na mamoplastia redutora e na mastopexia, as cicatrizes costumam ser maiores do que em cirurgias para retirada de pequenos nódulos.
Na consulta, o médico explica o tipo de cicatriz esperada e os cuidados necessários no pós-operatório.
A cicatriz deve ser considerada no planejamento, mas também deve ser equilibrada com o benefício funcional ou terapêutico da cirurgia.
Como é a recuperação após cirurgia mamária?
A recuperação depende do tipo de cirurgia realizada.
Cirurgias maiores, como mamoplastia redutora e mastopexia, costumam exigir mais tempo de repouso e restrição de esforços, uso de sutiã cirúrgico. Muitas vezes requerem, ainda uso de drenos no pós operatório (auxiliando na retirada do líquido que ficaria acumulado no interior da mama).
Cirurgias menores, como retirada de alguns nódulos, podem ter recuperação mais simples, dependendo do caso.
Em geral, o pós-operatório pode envolver:
- uso de sutiã cirúrgico;
- cuidados com curativos;
- restrição de atividade física;
- evitar peso nos primeiros dias;
- acompanhamento das cicatrizes;
- retorno médico programado;
- atenção a sinais de dor intensa, febre, secreção ou vermelhidão.
As orientações devem ser individualizadas e passadas pelo médico responsável.


Por que escolher um mastologista para avaliar cirurgia mamária funcional?
Porque o mastologista avalia a mama como órgão de saúde, não apenas como forma corporal.
Em casos de mamas volumosas, nódulos, lesões mamárias, alterações nos exames ou ginecomastia, é importante que a cirurgia seja planejada considerando diagnóstico, prevenção, segurança e acompanhamento.
A avaliação especializada ajuda a responder perguntas importantes:
- A cirurgia é realmente indicada?
- Existe alguma alteração mamária associada?
- Os exames estão atualizados?
- Há necessidade de biópsia antes?
- O objetivo é funcional, terapêutico ou estético?
- Qual técnica pode ser mais adequada?
- Quais riscos precisam ser considerados?
- Como será o acompanhamento depois?
Esse cuidado reduz decisões precipitadas e favorece um tratamento mais seguro.
Mastologista em São Paulo: atendimento com o Dr. Fernando Fontão
O Dr. Fernando Fontão é Mastologista e Ginecologista em São Paulo, com atendimento na Vila Mariana.
Na mastologia, atua na avaliação de alterações mamárias, investigação de nódulos, acompanhamento de exames, tratamento de lesões mamárias, cirurgia mamária funcional, mamoplastia redutora em casos selecionados, mastopexia com foco funcional, cirurgia para ginecomastia masculina e retirada de nódulos ou lesões de alto risco.


O atendimento busca unir avaliação cuidadosa, clareza nas orientações e condutas individualizadas.
Se você apresenta nódulo na mama, alteração em exames, mamas muito volumosas, sintomas relacionados ao peso das mamas ou ginecomastia, agende uma consulta com mastologista em São Paulo.
Perguntas frequentes sobre mastologista e cirurgia mamária
O que faz um mastologista?
O mastologista cuida da saúde das mamas. Ele avalia sintomas, exames, nódulos, lesões, dor mamária, alterações na pele, secreção pelo mamilo e necessidade de cirurgia.
Quando devo procurar um mastologista?
Procure um mastologista se notar nódulo, dor persistente, secreção pelo mamilo, alteração na pele, assimetria recente, exame alterado ou mamas muito volumosas com sintomas.
Mastologista faz cirurgia mamária?
Sim. O mastologista pode realizar cirurgias para tratar nódulos, lesões mamárias, mamas volumosas, hipertrofia mamária, gigantomastia e ginecomastia masculina.
Mamoplastia redutora pode ser funcional?
Sim. Quando as mamas são muito grandes e causam dor, assaduras, limitação física ou prejuízo na rotina, a mamoplastia redutora pode ter indicação funcional.
O que é hipertrofia mamária?
Hipertrofia mamária é o aumento excessivo do volume das mamas. Pode causar dor nas costas, dor nos ombros, marcas do sutiã e dificuldade para atividades físicas.
O que é gigantomastia?
Gigantomastia é uma forma intensa de aumento mamário, em que o volume das mamas causa limitação importante, dor, desconforto e impacto na qualidade de vida.
Mastopexia é apenas estética?
Nem sempre. A mastopexia pode ter objetivo funcional quando a queda das mamas causa desconforto, assaduras, dificuldade com roupas ou está associada a mamas volumosas.
Todo nódulo na mama precisa ser retirado?
Não. Alguns nódulos podem ser apenas acompanhados. Outros precisam de biópsia ou retirada cirúrgica, dependendo das características e dos exames.
Todo nódulo na mama é câncer?
Não. Muitos nódulos são benignos. Mesmo assim, todo nódulo deve ser avaliado para definir se precisa de acompanhamento, biópsia ou tratamento.
O que são lesões mamárias de alto risco?
São alterações que não são necessariamente câncer, mas exigem atenção especial, acompanhamento ou retirada cirúrgica em alguns casos.
O que é ginecomastia?
Ginecomastia é o aumento benigno da mama masculina. Pode causar dor, sensibilidade, aumento de volume e desconforto estético ou funcional.
Homem pode consultar mastologista?
Sim. Homens podem procurar mastologista em casos de ginecomastia, nódulos, dor, secreção pelo mamilo ou alterações na mama.
Ginecomastia precisa de cirurgia?
Nem sempre. A cirurgia pode ser indicada quando a ginecomastia é persistente, causa sintomas, incômodo importante ou impacto na rotina.
A cirurgia mamária funcional envolve prótese?
Nem sempre. Em muitos casos, o foco é reduzir, reposicionar ou tratar a mama, e não aumentar o volume com prótese.
Onde encontrar mastologista em São Paulo?
O Dr. Fernando Fontão atende como Mastologista e Ginecologista em São Paulo, na Vila Mariana, com foco em avaliação mamária, nódulos, lesões, ginecomastia e cirurgia mamária funcional.


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